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DENÚNCIAS

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Repressão a protesto em SP deixa manifestantes e fotógrafos feridos

Durante ato contra o impeachment de Dilma Rousseff, PM reprimiu manifestantes com truculência, além de agredir e danificar equipamento de profissionais da imprensa Por Redação Na noite desta quarta-feira (31), a Polícia Militar de São Paulo, que responde ao governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), reprimiu com violência um protesto contra o impeachment de Dilma Rousseff, que foi confirmado mais cedo no mesmo dia. A polícia utilizou bombas de gás e de efeito moral para dispersar os manifestantes e abusou da truculência ao abordar jornalistas. O fotógrafo Vinícius Gomes, que tentou registrar o momento em que policiais tinham caído de suas motos, foi abordado, agredido e teve seu equipamento destruído. Os restos do material foram recuperados por colegas. Neste momento, outro fotógrafo, William Oliveira, também foi atacado. Ele conta que recebeu quatro socos na orelha e teve seu...
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Militantes são presos em Goiás por pertencerem ao MST

As organizações, movimentos, entidades, juristas e intelectuais progressistas tem manifestado profunda solidariedade contra essa ofensiva do latifúndio e do agronegócio.   Da Página do MST No contexto de recrudescimento das forças conservadoras e recorrente perseguição aos movimentos de luta democrática, o MST no estado de Goiás tem denunciado a instauração de um clima de criminalização aos seus militantes (Leia mais aqui). Nesta terça-feira (31), o militante pela Reforma Agrária José Valdir Misnerovicz foi preso em Veranópolis (RS) numa operação desencadeada pela Polícia Civil de Goiás e articulada com a Polícia do Rio Grande do Sul. Uma campanha de solidariedade envolvendo o conjunto da sociedade civil de Goiás já está sendo feita e o MST emitiu uma nota, em que denuncia “a escalada da repressão contra a luta pela terra” no estado. Confira na íntegra: NOTA DO...
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Justiça retira matérias do blog e proíbe falar do DPF Moscardi

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Juízes que participaram de ato contra afastamento de Dilma podem perder o cargo

Quatro juízes são alvo de uma investigação aberta pela Corregedoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por terem participado, no dia 17 de abril, de um ato contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff, na capital fluminense. O nome dos magistrados não foi informado pelo TJRJ sob argumento de que a investigação contra eles corre em segredo de justiça. Eles estão sendo enquadrados no artigo 26 da Lei Orgânica da Magistratura que diz que os magistrados podem perder o cargo em caso de exercício de atividade partidária. O evento, que reuniu cerca de 50 mil pessoas, foi organizado pela Frente Brasil Popular, que reúne cerca de 60 movimentos sociais, e pelo Furacão 2000, maior produtora de bailes funk que se apresentou se pela primeira vez em Copacabana. O ato reuniu cerca de 50 mil pessoas. O procedimento contra eles foi aberto a partir de denúncias e fotos da presença dos...
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